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Emplacando seu carro zero sem pagar o panetone do despachante

Emplacando seu carro zero sem pagar o panetone do despachante

Você já está daquele jeito pensando no tamanho do carnê que só o seu carro zero vai te proporcionar. Aí, um vendedor vem e diz pra você: “Mais R$ 900 pra fazer os documentos, mais o valor do IPVA senhora”. Oi????! Aí você liga pro despachante amigo e ele diz: “Pra você que é amigo, fica R$ 500 + IPVA”. Amigo o cacete!

Se voc~e valoriza o seu dinheiro e resolver fazer pessoalmente, na saída da concessionária pede o ‘kit despachante’. Isto é: Cópia da Nota Fiscal do fabricante + 1ª via original da Nota Fiscal da revenda (concessionária, montadora), no anverso da nota deve ter o decalque legível do chassi.

Na sua casa você prepara a cópia do RG, CPF, ou C.N.H. (modelo atual), no caso de pessoa jurídica, apresentar o CNPJ e contrato social com firma reconhecida e a cópia do comprovante de residência emitido até 3 (três) meses imediatamente anteriores. Serve energia elétrica, água, gás, telefone, internet, IPTU, condomínio, extrato bancário, INSS, plano de saúde, mensalidade escolar, contrato de financiamento do veículo e contrato de locação. Põe na conta: + R$ 0,50 de xérox.

Põe o kit e essas cópias (e os originais que não custa nada) numa pastinha.

Daí você pega seu carro novo, sem placa, esnoba todo mundo no caminho e vai no Detran na Av. do Estado, 900. Pára no estacionamento ao lado do posto. Põe na conta: + R$ 10 o tempo que precisar = R$ 10,50 até agora. O valor da gasolina você abate pelo tesão de passear com seu carro novo pela cidade.

Pode ir o proprietário do veículo, ou procurador legal, através de procuração. Fica dispensada a procuração, quando comprovado o grau de parentesco, de: avós, pais, irmãos, filhos e cônjuges. Mas tem que levar a prova do parentesco.

No site do Detran, eles te dão um link para preencher o formulário RENAVAM. Eu não aconselho. É uma porra de um formulário difícil de preencher, cheio de ‘pegadinhas’, não tô querendo dizer que são intencionais… mas escreve aí: 90% de chance de você cagar no preenchimento.

Dica 1: Na porta do Detran tem umas pessoas que ficam na calçada e vendem os formulários. Você vai gastar R$ 10 pra pegar um desses, preenchido corretamente. E pode fazer sem medo porque essas pessoas estão lá há anos!

Põe na conta: + R$ 10 = R$ 20,50 e sem dor de cabeça.

Feito isso, você pode ir em qualquer um dos bancos relacionados pelo Detran e pagar a primeira taxa o serviço de lacração, utilizando-se do código 403-0, em favor da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, sendo o valor a ser recolhido de R$ 67,18 para atendimento nos postos.

Dica 2 : Eu paguei dentro do próprio Detran que é Banco do Brasil. Na quarta de cinzas não tinha fila, mas não sei como é em dias normais.

Põe na conta: + R$ 67,18 = R$ 87,68.

Depois disso, sobre no 2º andar e vá até o Setor de Classificação de Placas, para obter o número das placas. Você pode escolher o dia de rodízio. Não sei como funciona para escolher as placas bichas.

Feito isso, você volta ao primeiro andar, no DPVAT, para calcular o IPVA e seguro obrigatório do ano atual. Esse calculo é em média 4% do valor da nota fiscal, dividido por doze, multiplicado pelo número de meses restante no ano, a parti da data da sua nota. No caso, eu paguei 11/12 do 4%. Ufa. Pode dividir em tr~es vezes.

Com o valor, você volta no banco dentro do Detran e paga o IPVA, seguro obrigatório e a taxa de R$ 193,70 referente ao registro do veículo no banco.

Põe na conta (fora o IPVA): R$ + 93,00 + 193,70 + R$ 87,68 = R$ 374,38.

Vai na xérox que fica ao lado do posto (na esquina) e tira cópia do IPVA e seguro obrigatório, para juntar com a documentação acima. De posse desse comprovante, vooolta no Detran para protocolar os documentos na Seção do CRV.

Põe na conta: 0,50. = R$ 374,88

De resto, guarda todos os docs que sobrarm e três dias depois, você vai voltar no detran apenas para retirar os documentos. Só aí você vai em um dos postos (ou lá mesmo, se quiser) emplacar fisicamente, o carro.

Parece difícil, mas não é se você seguir os passos com atenção. Depois disso tudo, veja quanto vale o seu dinheiro e resolva como vai fazer seu emplacamento em SP.

Diário de Bordo – Navio Imperatriz – “O Turista é o Artista”

Diário de Bordo – Navio Imperatriz – “O Turista é o Artista”

Quanso avisaram que na noite seguinte o show seria feito pelos ‘talentosos passageiros’, Lorinho encheu meu saco que queria que eu cantasse uma música pra ele….

E como em Lua de Mel a gente não nega nada pro comparsa, lá estava eu me inscrevendo pro show “O Turista é o Artista”. Mas não posso negar que foi bom… cantar com uma banda maravilhosa como a Orquestra sobre as ondas, iluminação e ajuste de som perfeito…. foi o máximo!

Haaate

Haaate

Definitivamente não tenho tino comercial – diferentemente do Lorinho, ainda bem. Tenho vontade de mandar um tomarnocu destamanho pra um contratante que pergunta: vc poderá esta envolvida no projeto em horário administrativo depois que as atividades de cobertura de iniciarem?

NÃO!!! Pedro, Bó. Tô assinando esse contrato porque quero tirar uma com a sua cara e tomar um processo nas costas por descumprimento de contrato. E tipo… eu já sou freelancer para não ter que dar satisfação do meu trampo. Eu te entregando essa merda a tempo, como, onde e quando eu fizer, não é problema seu.

Que cu!

Para que? Paraguaaaaaaaaaaaaaaay!

Para que? Paraguaaaaaaaaaaaaaaay!

Conheci um lugar chamado Shopping China, em Salto del Guaira, Paraguay que, apesar do nome sugerir coisas falsificadas, só tem produtos de qualidade (vcs sabem que sou fresca) e que me fizeram ter dor de cabeça de nervoso com a carga tributária do Brasil.

Tem tudo o que você imaginar… eletroeletrônicos, roupas, calçados, produtos de pesca, cama, mesa e banho, doces, salgadinhos, cosméticos e acrescente aqui o que mais você imaginar… ufa! Tudo original e com garantia… e preços RIDÍCULOS! Uma garaffa de Red Label custa US$ 11! A de Gold eu tenho até tremedeira de falar… Um pacote de KitKeth custa US$ 5!!!!!! Uma TV de plasma custa US$ 900!!!!!!

Lorinho e eu saímos com um protetor solar que custa R$ 80 no Brasil por US$ 21 e um netbook que aqui está na faixa de R$ 1200, por US$ 380. Dá até para testar!

Deu depressão. Vou me recuperar comendo costela na brasa.

Beijo e tchau!

Rio Paraná, a caminho de Guaira

O paraíso das compras baratas!

Muambeira, eu...

... muambeiro, ele!

Diário de Bordo: Reveillón em Boiçucanga

Diário de Bordo: Reveillón em Boiçucanga

Saímos novamente a caça de lugares novos para conhecer e demos de cara com a placa “Praia Brava”, entramos e na entrada da trilha, um monitor:
“A Trilha da Praia Brava faz parte de uma área sob proteção especial entre Maresias e Boiçucanga, onde a Serra do Juqueriquerê forma uma ponta que avança no mar, constituindo um importante corredor biológico.
Os ecossistemas variam, incluindo praia com mar fortemente ondulado, costões rochosos com vegetação adaptada a ventos fortes e alta salinidade, mata de encosta e de restinga. Pode se observar grande variedade de espécies de fauna e flora. Atrativos: banho de mar, cachoeira, surf, vista panorâmica, observação de mata de encosta e restinga.”

Nós: “Ok! Como é a trilha?”

Ele: “Trilha larga e de fácil acesso. Envolve subida íngreme. A única opção para percorrer a trilha é a pé. Única opção para percorrer a trilha: a pé e a caminhad dura 2 horas. “

Nós: OI??????????????????? TCHAU!

Posso ter perdido a vista mais linda do mundo, mas nem por um balde de caralinhos amestrados eu saio da minha casa para fazer uma trilha de duas horas!

E, graças ao São Google, o Oráculo, pra não ficar na vontade:

Diário de Bordo – Japurá

Diário de Bordo – Japurá

Chegar na terra natal do Lorinho foi emocionante. Só quem ama é capaz de sentir felicidade ao ver o brilho de alegria nos olhos do outro… e eu vi aqueles olhos lindos se iluminarem ainda mais na entrada da cidade… Tudo bem que eu tava louca pra ver as ‘caipirinhas’ que ele pegou durante a adolescência e fucinhas a cara delas no chão (rs), mas ainda bem que isso não aconteceu. Cidade pequena (e coloca pequena nisso) é engraçado… todo mundo se conhece pelo ‘pedigree’, pela família…. Só falta ter que levantar histórico de sete gerações para casar…. rsrsrsrs

Última parada, Japurá!

Última parada, Japurá!

Japurá é um município brasileiro do estado do Paraná. Sua população estimada em 2004 era de 7.570 habitantes. Tem 165,184 quilômetros quadrados de área total do Município, e confronta-se: “ao Norte com São Carlos do Ivaí, ao Sul com São Tomé, ao Leste com São Carlos do Ivaí e a Oeste com Indianópolis”. Está linha do Trópico de Capricórnio, à Noroeste do estado do Paraná, zona fisiográfica do Ivaí.

Na praça fundada pelo meu sogro....

Na praça fundada pelo meu sogro....

Por volta do ano de 1953 algumas clareiras abriram-se nas cercanias do local designado pelo nome Japurá. De cidade, tinha apenas o nome; nem sequer tinha traçado nas ruas.

As primeiras derrubadas foram feitas na parte oeste e sudoeste do futuro município, de vez que os pioneiros tinham mais acesso dessa parte, pois a cidade de Jussara era o último reduto para os mesmos, enquanto Cianorte contava simplesmente com duas ou tres “vendas” de secos e molhados e São Tomé só tinha uma picada central, que futuramente deu lugar a sua avenida principal.

No mesmo ano, o sr. Moisés Rodrigues estabeleceu uma ‘venda’ em seu sítio. No mesmo logradouro, mais tarde, foi construída uma igrejinha e uma escola. A primeira linha de ônibus deu-se nesse mesmo local, já que Japurá, até então, não existia.

No lugar designado pelo engenheiro chefe, Vladimir Babkov da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná para ser construida a cidade de Japurá em fins de 1954, estabeleceu-se o Sr. Irineu Batista Câmara, primeiro morador da cidade e que seria também o seu primeiro e bem merecido prefeito. Como agente corretor da referida imobiliária, ao Sr. Irineu B. Câmara foi fácil obter um pequeno terreno à esquerda de quem está chegando na cidade, vindo da estrada que liga São Tomé a Japurá e estabeleceu ali uma ‘venda’ de secos e molhados.

Após a derrubada da mata no local da cidade, esse senhor mudou-se para o leste da cidade, na saída para Floraí /São Jorge – atual Estrada Porto Novo. Outros vieram nos meses subsequentes, e assim se processou a ocupação de todo o município e da cidade.

Vô Zé Mineiro

Vô Zé Mineiro

Quando do levantamento topográfico que era feito pelo Departamento de Topografia da Companhia Melhoramentos Norte do Paraná ao se depararem com as aguadas nas regiões pesquisadas, eles mesmos as batizavam. Os nomes que eles escolhiam geralmente vinham do dicionário guarani, da relação de acidentes geográficos dos países de onde vinham os imigrantes (Portugal, Espanha, Itália…). Escolhiam também os nomes pelas marcas de cigarros, de quadros de futebol e até mesmo o nome de namoradas e esposas dos agrimensores eram usados. Só não eram alterados os nomes dos rios e ribeirões que constavam em escrituras antigas.

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Os povoados ou patrimônios recebiam geralmente o nome da aguada mais próxima. É o caso do nosso município que recebeu esse nome devido ao fato de existir muito próximo a sede do município, o Córrego Japurá.

Acreditava-se que este nome teria se originado da Tribo Indígena “Japurás” que existe até hoje no Amazonas e que alguns componentes dessa tribo viviam na região na época da colonização. Não existe nenhuma prova histórica de que isso possa ter acontecido.

Outra meia verdade em que se acreditava é que o nome Japurá teria sido empregado em homenagem ao sr. Miguel Maria Lisboa, “Barão de Japurá” que teria participado na colonização do Norte do Paraná, o que deixa de ser verdade pelo fato de que ele morreu no século passado e o Norte do Paraná foi todo colonizado neste século.

De acordo com o Banco de dados do CELEP (1990) a população de Japurá fica distribuida: Urbana – 3.725 habitantes Rural – 7.438 habitantes Total – l0.673 habitantes. Devido a fatores sócio-econômicos, houve uma redução da população pois a deficiência na oferta de emprego levou muitas famílias a procurarem os grandes centros. O fator determinante para a redução da população foi a erradicação da cafeicultura que em décadas anteriores fixava as famílias na área rural.

De acordo com dados da Prefeitura do Município, a população atualmente encontra-se assim distribuida. Urbana – 6.487 habitantes Rural – 1.761 habitantes Total – 8.248 habitantes. O tipo étnico predominante no município de Japurá é o branco, havendo uma percentagem mínima de amarelos (japoneses) e reduzidíssima de negros. Os brancos vindos de outras cidades do norte paranaense são na maioria de origem italiana, espanhola e também portugueses. Grande número de habitantes atuais são origináriso de outros Estados principalmente do estado de São Paulo e de Minas gerais.

Diário de Bordo – Loanda

Diário de Bordo – Loanda

Já estive em Loanda e falei um pouco da cidade no antigo blog do UOL. Lá falo também de Porto Rico, cidade próxima, onde fomos muito felizes na primeira vez que estivemos lá juntos.
Voltamos lá para namorar um pouco no frio dessa vez…

Me leva aonde você for....

Me leva aonde você for....

Aproveitamos a visita para oficializar nossos padrinhos Amanda e Adriano, amigos de longa data do Lorinho e que já moram no meu coração, junto com o doce que é o Rian!

Padrinhos queridos

Padrinhos queridos

Namorando no Rio Paraná....

Namorando no Rio Paraná....