Arquivo da categoria: Hard Work!

Cantando via msn

Cantando via msn

Doug diz:
**pelo cu pela beirada….

Fabiana diz:
*hauhauhauahauhauhauah
*não sou capaz…

Limoni diz:
*hahha

Doug diz:
*pelo cu pela beirada….
*pelo cu pela beirada….
*pelo cu pela beirada….

Limoni diz:
*vento bem dentro
*vento bem dentro
*vento bem dentro
*vento bem dentro

Doug diz:
*pelo cu pela beirada….
*pelo cu pela beirada….

Dehli diz:
*beeeeeeeeeeeeeem pela beiradinha

Doug diz:
*pelo cu pela beirada….

Dehli diz:
*beeeeeeeeeeeeeeeee, pela beiradinha

Doug diz:
*pelo cu pela beirada….

Dehli diz:
*beeeeeeeeeeeeeeeeeeem pela beiradinha

Doug diz:
*huaiohaiuohauioahauioahauh

Fabiana diz:
*não sou capaz….
*a capacidade de rir me impede!!!

Dehli diz:
*é fácil!
*Dê no que dé
*Dê no que dé
*Dê no que dé
*Dê no que dé
*Dê no que dé

Haaate

Haaate

Definitivamente não tenho tino comercial – diferentemente do Lorinho, ainda bem. Tenho vontade de mandar um tomarnocu destamanho pra um contratante que pergunta: vc poderá esta envolvida no projeto em horário administrativo depois que as atividades de cobertura de iniciarem?

NÃO!!! Pedro, Bó. Tô assinando esse contrato porque quero tirar uma com a sua cara e tomar um processo nas costas por descumprimento de contrato. E tipo… eu já sou freelancer para não ter que dar satisfação do meu trampo. Eu te entregando essa merda a tempo, como, onde e quando eu fizer, não é problema seu.

Que cu!

INVISTA SEU 13º EM VOCÊ! Últimas vagas para curso de Comunicação Escrita

INVISTA SEU 13º EM VOCÊ! Últimas vagas para curso de Comunicação Escrita

É visível no mundo contemporâneo a importância da comunicação escrita no dia-a-dia. Não é nenhum segredo que as melhores posições – em todas as profissões – são dadas aos melhores comunicadores. Para estar sempre à frente é preciso falar, e principalmente escrever bem.

Nos comunicamos cada vez mais através da Internet, e-mail, fax, memorandos e cartas, e um texto bem escrito pode ser fundamental em muitas situações. O estudante ou profissional, seja ele de qualquer área, precisa conhecer bem seu idioma e as normas de escrita para que assim possa elaborar textos concisos e bem estruturados que transmitam de forma clara seu objetivo, ponto de vista ou intenção.

Escrever bem é uma habilidade vital nos negócios, porém ainda é uma das habilidades mais negligenciadas no mundo empresarial. Mesmo aqueles que valorizam essa habilidade num empregado sabem que é necessário melhorar seus textos.

Por isso, a ALANAC promove no dia 27 de novembro um curso completo de comunicação escrita, orientado pela professora Priscilla Toledo, que é mestre em liguistica pela UNICAMP e especialista em leitura e produção de textos e aquisição da Linguagem. Faremos os boletos com vencimento para o mês de novembro, para que você possa utilizar seu 13º no investimento. Oferecemos certificado e coffee break, pois o curso tem duração de 8h.

Objetivos:
- Alertar para a importância de agir como um bom comunicador desvencilhando-se dos modismos e vícios da linguagem coloquial na oralidade e na produção de textos da empresa;
- Levar o profissional a perceber o e-mail como uma das principais ferramentas de gestão da informação no mundo corporativo e por isso utilizado com efetividade e segurança;
- Apontar os riscos e vícios de linguagem mais utilizados na fala e facilmente utilizados na escrita.

Programa:

1. Comunicação Escrita na empresa

O Porquê dos Porquês;
O Uso da Vírgula e Ponto-e-Vírgula;
O Uso da Crase;
Uso do Hífen;
Uso adequado das Expressões:
Onde x Aonde;
Meio x Meia;
Mau x Mal;
Melhor x mais bem

2. Os vícios de linguagem e a escrita

3. O que muda com a Reforma Ortográfica?

4. Planejamento e Elaboração do texto moderno

Motivos para a construção de um texto moderno e eficaz

Como desenvolver um texto?

O poder da argumentação e da persuasão.

5. A importância do e-mail

Como redigir um e-mail objetivo

Como melhorar sua redação

2012

2012

O mundo tá acabando!

*Raposo Tavares está péssima. Carro e moto bateram no km 12
*Acidente bloqueia duas faixas da 23 de maio, sentido aeroporto, na altura da Beneficência Portuguesa. Carro e moto bateram.
*Três carretas bateram na Rodovia dos Bandeirantes, km 23.
*Avenida dos Bandeirantes está completamente bloqueada, na altura do Santo Amaro, nos dois sentidos. Motivo: acidente. Risco de explosão
*Acidente entre carro, caminhão e moto na Marginal do Tietê, sentido Ayrton, altura da Ponte do Tatuapé, pista expressa, faixa central.

Pára mundo que eu quero descer!

12!

12!

Por email:

- Olá, quanto tempo, a última vez que a vi foi no seu trabalho, você sempre usa aquele sapatinho de jornalista, todo branco, fica muito bonito….. Como anda as coisas?

-As coisas vão muito bem. Se você se lembra até do meu sapato, como é que eu não estou me recordando quem é você?

- Fui apenas 2 vezes filmar aí na pela CNT, gosto de manter os contatos, por isto estou escrevendo para vc, mudei de empresa e como você me deu seu cartão, estava olhando e resolvi escreve-la.

- Realmente não estou lembrada, afinal, tanta gente passa por aqui! Mas que bom saber que sou lembrada pelo meu sapato! rs Faz muito bem de manter contato!

- Mas sinceramente seu sapato é muito bonito, é claro você também, mas ele dá um destaque especial, rsr. Qualquer dia podemos almoçar ou tomar um sorvete juntos para mantermos contato, pois conheço você pouco.

- (?!) Ah, obrigada.

- Quantos anos você tem?

#morri

Ah, sexta-feira 13, né? Sei…

Pare e desligue – Revista Isto É

Pare e desligue – Revista Isto É

Daisypath Vacation tickers

Este é o século do trabalho. A era que substituiu a identidade do indivíduo por sua ocupação profissional dignificou o homem pela produtividade e atrelou o emprego à cidadania. A profissão como o centro da vida e o culto à alta performance carregam um custo alto para a sociedade – o stress. O desgaste generalizado lançou um olhar para a importância do descanso. A necessidade de parar se tornou um debate mundial e interdisciplinar, com respaldo em pesquisas médicas, econômicas e jurídicas. No mês passado, foi aprovado, em caráter definitivo pela Comissão de Constituição e Justiça, um projeto de lei que pretende tornar obrigatória a transferência dos feriados que caem durante a semana para a segunda-feira. “A concessão do benefício dependia da boa vontade do empregador”, explica o advogado Antônio Carlos Aguiar. Se não houver alterações no Senado, a lei segue para sanção presidencial.

Outras propostas têm o mesmo objetivo. Uma emenda constitucional tramita na Câmara dos Deputados para reduzir a jornada de trabalho para 40 horas semanais e aumentar para 75% a remuneração das horas extras. Nos Estados Unidos, o Estado de Utah adotou há um ano o “Four-Day Workweek”, que fixa o expediente de segunda-feira a quinta-feira – as sextas-feiras são livres. A medida reduziu as emissões de energia em 13% e gerou uma economia de R$ 6 milhões no gasto de gasolina. Cidades como El Paso, no Texas, e Melbourne Beach, na Flórida, se preparam para adotar a medida. A iniciativa governamental também inspirou empresas como a General Motors, que instituiu em setembro o expediente de dez horas durante quatro dias e um dia livre por semana. Já a Avon implementou o “short-friday” – após o almoço das sextas-feiras, os funcionários estão liberados.

Algumas empresas são ainda mais ousadas. “A cada sete anos, fecho o escritório durante 12 meses para buscar inspirações”, afirma o designer Stefen Sagmeister, que defende os anos sabáticos para o prolongamento da vida útil do funcionário. Para ele, é a oportunidade de o profissional descansar, se aperfeiçoar e rever conceitos, o que reverteria em benefícios para o trabalho e para a sociedade. Segundo os cálculos de Sagmeister, as pessoas passam os primeiros 25 anos das suas vidas aprendendo, dos 25 aos 65 anos trabalhando e, acima dos 65 anos, aposentadas. “A ideia é retardar a aposentadoria em cinco anos e distribuir esse tempo em períodos sabáticos durante os anos de atividade profissional”, diz. Na vanguarda do conceito de trabalho com qualidade de vida, o Google concede aos seus engenheiros de software 20% do tempo para o desenvolvimento de projetos pessoais. Na Europa, a ideia também não é nova (leia quadro).
Se a concessão das folgas é boa para o funcionário, pode ser ainda melhor para as empresas. Diversas pesquisas relacionam a falta do descanso e o mal -estar físico e psíquico à queda de produtividade. Levantamento da Universidade de Cornell (EUA) revela que a presença excessiva do indivíduo no ambiente de trabalho aumenta problemas de saúde, como hipertensão e artrite, e diminui o desempenho. O fenômeno já é conhecido como “presenteísmo”, que gera perdas de, no mínimo, 60% na produção – excede até mesmo os prejuízos com as faltas por doença. A publicitária Ana Maria Nubié, 42 anos, é um exemplo de profissional do futuro. “A gente não precisa ficar dentro do escritório para produzir”, afirma a executiva, que encontra inspirações para o seu trabalho no cinema, em viagens ou no encontro com amigos.

Pesquisa da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, analisou os benefícios dos feriados nos ingleses. “Os dias livres permitiram que eles tivessem mais tempo para pensar e se libertar da rotina e do stress”, afirma o pesquisador Scott McCabe, autor do estudo. “O descanso é a principal função do lazer para enfrentar o desgaste das jornadas de trabalho”, afirma Tizuko Kishimoto, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. “O trabalho requer uma parada para melhorar a produtividade intelectual”, diz.

Mas a concessão do feriado garante o descanso? Não são raros aqueles que levam trabalho para casa, se envolvem em mil tarefas e, confinados em filas de supermercado ou no engarrafamento nas estradas, se estressam mais do que no escritório. “Eu não conseguia relaxar”, reconhece o administrador de empresas Carlos Fernando Damberg, 65 anos. Os seus primeiros 30 anos de profissão foram típicos de um workaholic, até o momento em que o corpo pifou. “Tive uma amnésia parcial pelo trabalho excessivo”, diz. “Fazia a mesma pergunta várias vezes, pois esquecia a resposta.” Damberg perdeu a memória recente e a sobrecarga o impediu de concluir tarefas. “Minha produtividade despencou.” A falta de reposição de energia obrigou ao administrador a recorrer à medicação e a se afastar do trabalho por um mês. A recomendação médica foi sumária: descansar. “Mudei a forma com que me relacionava com o trabalho”, diz. “Reservei alguns minutos por dia para comer uma maçã e não pensar em nada.” O administrador decidiu mudar de profissão. Tornou-se consultor de recursos humanos. Este mês, ele publica o livro “Uma Só Flecha” (Editora Hagnus), no qual aborda, entre outros temas, a importância de relaxar. “Quero ajudar as pessoas a aliar o trabalho à qualidade de vida”, diz Damberg, que trocou o fim de semana de viagens por um sítio com esquilos.

“O descanso garante mais energia na volta ao trabalho”, afirma o empresário Pierre Schurmann, 41 anos, que carrega o nome de uma família que se tornou ícone da importância da vida fora dos escritórios. Pierre, que hoje mora na Bahia, passa oito dias por mês em São Paulo, num ritmo de trabalho alucinante. Nos outros 22 dias, fica em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador, onde lê, relaxa e se organiza – mas com o celular desligado. “É importante esse tempo para afiar o machado que corta a lenha”, diz ele. A pesquisa “Trabalho, Estresse e Saúde”, da Universidade de Tel-Aviv, reforça a tese: descanso significa deixar o trabalho no trabalho. “Usar o celular para assuntos profissionais e checar e-mails da empresa à beira da piscina não é descanso”, afirma o psicólogo Dov Éden, autor da pesquisa. O segredo, portanto, é desligar. Com prazer e sem culpa.

E daí?

E daí?

Acabei de ganhar um final de semana no ‘córação do meu Brasil’, Salvadô. Nossa agência de turísmo quis fazer um demonstrativo dos seus serviços… passei pra outra pessoa aqui da empresa, que ganha menos que eu e que não se importa de ir sozinha, sem o noivo.

Eu sou assim, ué….

E ainda tomei ‘bronca’ do Lorinho… insensível… rsrsrsrs