Mais Presentes!

Será que as pessoas escolhem pra presentear aquilo que elas gostariam de ganhar?

Ganhamos tudo isso de um mesmo casal. Adorei a ideia de comprar várias coisas de valor menor. Imagina quando esse monte de caixa chegar aqui em casa????!!!! Não me aguento. ADORO PRESENTES!

Alguns amigos meus se juntaram e me deram um presentaço…

Já tá criando forma….

Só posso agradecer ao Doug, Catito, Gui, Bi e Japa…. e a Deus, e meu Pai Oxalá, meus guias todos, que me dão provas dia-a-dia do quanto eles são maravilhosos e estão comigo!

Balada no El Dredon

Como ainda não temos TV, rancamos da TV véia de guerra do quarto do Lorinho da casa da mãe dele e levamos pro nosso ap. Esticamos o sofá, pegamos o edredon do quarto, alugamos um dvd leve, pedimos um yakissoba, coca cola e ali ficamos… embrulhadinhos, rindo, comendo e depois, dormindo com os pezinhos um roçando no outro….

Não troco um sábado a noite desses por mais nada nessa vida…

Casamento na umbanda

Ao contrário do que muitos pensam – talvez influenciados pelo senso comum, que atribui somente a religiões ditas cristãs, em especial o Catolicismo, um caráter oficial – na Umbanda também existem sacramentos, tais como o batismo e o casamento. No entanto, a realidade é que poucos daqueles que se dizem umbandistas sabem disso ou, se sabem, não atentam para a importância de seguir os sacramentos dentro da religião que escolheu e que os acolheu.

Seria isso um desprezo pela própria religião? Ou uma forma de minimizar a importância daquilo que escolheu para si e que deveria nortear sua vida? Talvez nem uma coisa nem outra. O fato é que, por diversos motivos, muitos deles históricos e outros tantos sociais, o próprio umbandista busca em outras religiões, como já foi dito, especialmente no Catolicismo, a oficialização de momentos importantes de suas vidas. É como se algumas situações exigissem o crivo católico, tradicional e bem quisto, para legitimar-se. É como se a Umbanda, apesar de toda a sua história de luta e resistência, não bastasse para sacramentar os momentos decisivos da vida de seus filhos. É como se o próprio umbandista não reconhecesse na Umbanda a sua autoridade espiritual.

A realidade é que muitos segmentos da sociedade ainda enxergam a Umbanda como um religião de pobres e desprovidos de cultura – note o ranço de preconceito – e, assim, ainda buscam em instituições que julgam oficiais, os sacramentos que facilmente encontrariam dentro da Umbanda.

Por outro lado, não há como atirar pedras naquele que realiza o casamento em outra religião, justamente porque ainda existe esse preconceito em torno das religiões que possuem um de seus pilares na África. Experimente alguém, de família não umbandista, realizar o seu enlace matrimonial dentro de um terreiro. Quantos convidados comparecerão? E, daqueles que comparecerem, quantos estarão ali realmente de coração (e mente) aberto ao ritual? Quantos buscarão os pretextos mais fúteis para não comparecer? E quais serão os comentários daqueles que comparecerem, após o ritual?

Ao final das contas, perante a sociedade, é como se o casamento não tivesse acontecido, por isso é compreensível que as pessoas, mesmo se dizendo umbandistas, procurem realizar seus casamentos dentro daquelas religiões que arriscamos chamar de mais tradicionais, mas que são, na realidade, mais aceitas pela sociedade. Concluímos assim que esses acontecimentos são mais sociais do que religiosos: trata-se da formalização de um rito de passagem, que assim sendo, necessita daquilo que é cobrado informalmente pela sociedade, e não daquilo que o coração e alma pedem.

Já é passado do momento do umbandista assumir sua religião em toda plenitude que ela pede e merece, fazendo valer os sacramentos, liturgias e tradições que a caracterizam. Embora seja sabido que a sociedade ainda possui fortes raízes no catolicismo (mesmo aqueles que não se declaram católicos), é importante ao umbandista fazer da Umbanda a sua filosofia de vida, sem medo ou vergonha, como forma de chamar para si e para seus irmãos-de-fé o respeito que tanto clamamos por anos e anos. (http://www.vozdearuanda.com/pagina.php?paginaID=22)

Eu não vou me casar na igreja por não ter $$ aos ventos. Me casaria talvez para fazer o gosto da minha avó que é católica e que, infelizmente, é uma que diz que ‘não vê porque casar no terreiro, só no cartório e pronto’. Respeito. Ela tem 85 anos. Mas creio que ela, e todos os outros, devam respeitar a minha escolha, afinal, foi ali que encontrei tudo o que é necessário em uma religião: fé, amor, respeito, conforto, força, proteção… Eu nunca deixei de comparecer a um casamento de quem gosto por saber que a cerimônia seria ‘evangélica’ ou ‘católica’. Afinal, estamos indo prestigiar os noivos e não a crença… é uma pensa saber que muitas pessoas deixarão de ir ao ler no convite ‘Irmandade Ubirajara do Peito de Aço’. Que pena… pra elas….

Casamento na umbanda

Ao contrário do que muitos pensam – talvez influenciados pelo senso comum, que atribui somente a religiões ditas cristãs, em especial o Catolicismo, um caráter oficial – na Umbanda também existem sacramentos, tais como o batismo e o casamento. No entanto, a realidade é que poucos daqueles que se dizem umbandistas sabem disso ou, se sabem, não atentam para a importância de seguir os sacramentos dentro da religião que escolheu e que os acolheu.

Seria isso um desprezo pela própria religião? Ou uma forma de minimizar a importância daquilo que escolheu para si e que deveria nortear sua vida? Talvez nem uma coisa nem outra. O fato é que, por diversos motivos, muitos deles históricos e outros tantos sociais, o próprio umbandista busca em outras religiões, como já foi dito, especialmente no Catolicismo, a oficialização de momentos importantes de suas vidas. É como se algumas situações exigissem o crivo católico, tradicional e bem quisto, para legitimar-se. É como se a Umbanda, apesar de toda a sua história de luta e resistência, não bastasse para sacramentar os momentos decisivos da vida de seus filhos. É como se o próprio umbandista não reconhecesse na Umbanda a sua autoridade espiritual.

A realidade é que muitos segmentos da sociedade ainda enxergam a Umbanda como um religião de pobres e desprovidos de cultura – note o ranço de preconceito – e, assim, ainda buscam em instituições que julgam oficiais, os sacramentos que facilmente encontrariam dentro da Umbanda.

Por outro lado, não há como atirar pedras naquele que realiza o casamento em outra religião, justamente porque ainda existe esse preconceito em torno das religiões que possuem um de seus pilares na África. Experimente alguém, de família não umbandista, realizar o seu enlace matrimonial dentro de um terreiro. Quantos convidados comparecerão? E, daqueles que comparecerem, quantos estarão ali realmente de coração (e mente) aberto ao ritual? Quantos buscarão os pretextos mais fúteis para não comparecer? E quais serão os comentários daqueles que comparecerem, após o ritual?

Ao final das contas, perante a sociedade, é como se o casamento não tivesse acontecido, por isso é compreensível que as pessoas, mesmo se dizendo umbandistas, procurem realizar seus casamentos dentro daquelas religiões que arriscamos chamar de mais tradicionais, mas que são, na realidade, mais aceitas pela sociedade. Concluímos assim que esses acontecimentos são mais sociais do que religiosos: trata-se da formalização de um rito de passagem, que assim sendo, necessita daquilo que é cobrado informalmente pela sociedade, e não daquilo que o coração e alma pedem.

Já é passado do momento do umbandista assumir sua religião em toda plenitude que ela pede e merece, fazendo valer os sacramentos, liturgias e tradições que a caracterizam. Embora seja sabido que a sociedade ainda possui fortes raízes no catolicismo (mesmo aqueles que não se declaram católicos), é importante ao umbandista fazer da Umbanda a sua filosofia de vida, sem medo ou vergonha, como forma de chamar para si e para seus irmãos-de-fé o respeito que tanto clamamos por anos e anos. (http://www.vozdearuanda.com/pagina.php?paginaID=22)

Eu não vou me casar na igreja por não ter $$ aos ventos. Me casaria talvez para fazer o gosto da minha avó que é católica e que, infelizmente, é uma que diz que ‘não vê porque casar no terreiro, só no cartório e pronto’. Respeito. Ela tem 85 anos. Mas creio que ela, e todos os outros, devam respeitar a minha escolha, afinal, foi ali que encontrei tudo o que é necessário em uma religião: fé, amor, respeito, conforto, força, proteção… Eu nunca deixei de comparecer a um casamento de quem gosto por saber que a cerimônia seria ‘evangélica’ ou ‘católica’. Afinal, estamos indo prestigiar os noivos e não a crença… é uma pensa saber que muitas pessoas deixarão de ir ao ler no convite ‘Irmandade Ubirajara do Peito de Aço’. Que pena… pra elas….

A parte não legal de tudo isso…

… é que a ansiedade é uma merda. Porque se você, assim como eu, não é capaz nem de encher um copo de Coca Cola até a borda porque não quer esperar a espuma descer para completar, imagina o que é ficar esperando o dia do Open House – nesse momento, faltam três semanas e dois dias para a festa – para poder verificar o que você não ganhou, para depois começar a compras as coisas que faltam, para enfim, juntar nossos trapinhos.

Adicione aí que eu sou uma pessoa que, normalmente, não gosta de depender de ninguém, e esperar… pronto! Insanidade! E haja Serenus ®!

É fato que estamos começando a vida de uma forma que nem todos conseguem: já vi casal que passa a noite de núpcias no colchão, assistindo a TV que está em cima de uma cadeira da mesa de jantar e é fato também que eu deveria estar calma e tranquila porque a vida já me provou mais de mil vezes que ela sempre ajeita tudo do jeito que eu preciso… mas, AI QUE NERVOSO!

Esses dias fui ao Carrefour e se eu tivesse um pouco menos de sanidade (e o limite do cartão de crédito zerado) tinha mandando embrulhar TV, Geladeira, Fogão e Microondas.Pronto-acabou, tudo montado. Mas, infelizmente, não dá para ser assim… queria mesmo ter condições de montar tudo e ainda oferecer duas festas enooooormes para todoas as pessoas que eu amo. Mas ‘you-ve got make choices’… e a nossa escolha foi ficarmos juntos o mais rápido possível.

Se bem que, conhecendo-nos mais dia-a-dia, tenho certeza de que se não tivéssemos adiantado o casamento em um ano, faríamos do mesmo jeito.

A doutrina que sigo me afirma todos os dias que tudo acontece no tempo certo e que não cai uma folha de uma árvore sem o conhecimento e o consentimento de Deus.. então… o jeito é pedir paciência (afinal, pensando bem falta tão pouquinho!) e serenidade. Ah, e aproveitar pra pedir que o tempo passe um pouquinho mais rápido – menos aos fins de semana, claro!

Postado em Sem categoria

Retribuir o mal com o bem

CAPÍTULO XII – Evangelho Segundo o Espiritismo

1. Aprendestes que foi dito: “Amareis o vosso próximo e odiareis os vossos inimigos.” Eu, porém, vos digo: “Amai os vossos inimigos; fazei o bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem e caluniam, a fim de serdes filhos do vosso Pai que está nos céus e que faz se levante o Sol para os bons e para os maus e que chova sobre os justos e os injustos. – Porque, se só amardes os que vos amam, qual será a vossa recompensa? Não procedem assim também os publicanos? Se apenas os vossos irmãos saudardes, que é o que com isso fazeis mais do que os outros? Não fazem outro tanto os pagãos?” (S. MATEUS, cap. V, vv. 43 a 47.)

– “Digo-vos que, se a vossa justiça não for mais abundante que a dos escribas e dos fariseus, não entrareis no reino dos céus.”(S. MATEUS, cap. V, v. 20.)

2. “Se somente amardes os que vos amam, que mérito se vos reconhecerá, uma vez que as pessoas de má vida também amam os que os amam? – Se o bem somente o fizerdes aos que vo-lo fazem, que mérito se vos reconhecerá, dado que o mesmo faz a gente de má vida? – Se só emprestardes àqueles de quem possais esperar o mesmo favor, que mérito se vos reconhecerá, quando as pessoas de má vida se entreajudam dessa maneira, para auferir a mesma vantagem? Pelo que vos toca, amai os vossos inimigos, fazei bem a todos e auxiliai sem esperar coisa alguma. Então, muito grande será a vossa recompensa e sereis filhos do Altíssimo, que é bom para os ingratos e até para os maus. – Sede, pois, cheios de misericórdia, como cheio de misericórdia é o vosso Deus.” (S. LUCAS, cap. VI, vv. 32 a 36.)

3. Se o amor do próximo constitui o princípio da caridade, amar os inimigos é a mais sublime aplicação desse princípio, porquanto a posse de tal virtude representa uma das maiores vitórias alcançadas contra o egoísmo e o orgulho.

Entretanto, há geralmente equívoco no tocante ao sentido da palavra amar, neste passo. Não pretendeu Jesus, assim falando, que cada um de nós tenha para com o seu inimigo a ternura que dispensa a um irmão ou amigo. A ternura pressupõe confiança; ora, ninguém pode depositar confiança numa pessoa, sabendo que esta lhe quer mal; ninguém pode ter para com ela expansões de amizade, sabendo-a capaz de abusar dessa atitude. Entre pessoas que desconfiam umas das outras, não pode haver essas manifestações de simpatia que existem entre as que comungam nas mesmas idéias. Enfim, ninguém pode sentir, em estar com um inimigo, prazer igual ao que sente na companhia de um amigo.

A diversidade na maneira de sentir, nessas duas circunstâncias diferentes, resulta mesmo de uma lei física: a da assimilação e da repulsão dos fluidos. O pensamento malévolo determina uma corrente fluídica que impressiona penosamente. O pensamento benévolo nos envolve num agradável eflúvio. Daí a diferença das sensações que se experimenta à aproximação de um amigo ou de um inimigo. Amar os inimigos não pode, pois, significar que não se deva estabelecer diferença alguma entre eles e os amigos. Se este preceito parece de difícil prática, impossível mesmo, é apenas por entender-se falsamente que ele manda se dê no coração, assim ao amigo, como ao inimigo, o mesmo lugar. Uma vez que a pobreza da linguagem humana obriga a que nos sirvamos do mesmo termo para exprimir matizes diversos de um sentimento, à razão cabe estabelecer as diferenças, conforme aos casos.

Amar os inimigos não é, portanto, ter-lhes uma afeição que não está na natureza, visto que o contacto de um inimigo nos faz bater o coração de modo muito diverso do seu bater, ao contacto de um amigo. Amar os Inimigos é não lhes guardar ódio, nem rancor, nem desejos de vingança; é perdoar-lhes, sem pensamento oculto e sem condições, o mal que nos causem; é não opor nenhum obstáculo a reconciliação com eles; é desejar-lhes o bem e não o mal; é experimentar júbilo, em vez de pesar, com o bem que lhes advenha; é socorrê-los, em se apresentando ocasião; é abster-se, quer por palavras, quer por atos, de tudo o que os possa prejudicar; é, finalmente, retribuir-lhes sempre o mal com o bem, sem a intenção de os humilhar. Quem assim procede preenche as condições do mandamento: Amai os vossos inimigos.

4. Amar os inimigos é, para o incrédulo, um contra-senso. Aquele para quem a vida presente é tudo, vê no seu inimigo um ser nocivo, que lhe perturba o repouso e do qual unicamente a morte. pensa ele, o pode livrar. Daí, o desejo de vingar-se. Nenhum interesse tem em perdoar, senão para satisfazer o seu orgulho perante o mundo. Em certos casos, perdoar-lhe parece mesmo uma fraqueza indigna de si. Se não se vingar, nem por isso deixará de conservar rancor e secreto desejo de mal para o outro.

Para o crente e, sobretudo, para o espírita, muito diversa é a maneira de ver, porque suas vistas se lançam sobre o passado e sobre o futuro, entre os quais a vida atual não passa de um simples ponto. Sabe ele que, pela mesma destinação da Terra, deve esperar topar aí com homens maus e perversos; que as maldades com que se defronta fazem parte das provas que lhe cumpre suportar e o elevado ponto de vista em que se coloca lhe torna menos amargas as vicissitudes, quer advenham dos homens, quer das coisas. Se não se queixa das provas, tampouco deve queixar-se dos que lhe servem de instrumento. Se, em vez de se queixar, agradece a Deus o experimentá-lo, deve também agradecer a mão que lhe dá ensejo de demonstrar a sua paciência e a sua resignação. Esta idéia o dispõe naturalmente ao perdão. Sente, além disso, que quanto mais generoso for. tanto mais se engrandece aos seus próprios olhos e se põe fora do alcance dos dardos do seu inimigo.

O homem que no mundo ocupa elevada posição não se julga ofendido com os insultos daquele a quem considera seu inferior. O mesmo se dá com o que, no mundo moral, se eleva acima da humanidade material. Este compreende que o ódio e o rancor o aviltariam e rebaixariam. Ora, para ser superior ao seu adversário, preciso é que tenha a alma maior, mais nobre, mais generosa do que a desse último.