Gérberas

Gerbera L., é um género de plantas herbáceas ornamentais pertencente à família das Asteraceae (ou Compostas), a mesma do girassol e das margaridas, cultivada em grandes quantidades pela sua flor muito apreciada em arranjos ornamentais e como planta decorativa de exteriores nas regiões de clima temperado de ambos os hemisférios. Em 1737 o naturalista holandês Jan Frederic Gronovius atribuiu o nome Gerbera ao género, em homenagem a Traugott Gerber, um médico e naturalista alemão que trabalhou na Rússia. O nome vulgar gerbera, ou gérbera, é aplicado indistintamente às espécies do género e às suas flores, as quais são em geral comercializadas sob aquela designação, muitas vezes seguida de uma indicação específica ou varietal (por exemplo gerbera-do-transvaal, ou gerbera-púrpura).

O género Gerbera inclui cerca de 30 espécies de plantas herbáceas perenes da família das Compostas, dotadas de folhas basais, e flores reunidas em capítulos solitários e multifloros com cerca de 10 cm de diâmetro, intensamente coloridos. O fruto é um aquénio acicular.

As espécies de Gerbera apresentam um grande capítulo, com floretas bi-labiadas de cor amarelo, laranja, branco, rosa ou vermelho. O capítulo, que aparenta ser uma única flor, é na realidade composto (daí o nome ainda utilizado para a família) por centenas de flores individuais, cuja morfologia varia de acordo com a sua posição no conjunto.

O género Gerbera tem grande interesse comercial, sendo a gerbera a quinta flor de corte mais vendida, só sendo ultrapassada em volume pela rosa, o cravo, o crisântemo e a tulipa.
A espécies deste géneros são também utilizadas como organismo experimental em estudos de floração e de desenvolvimento meristemático da flor. As gerberas contém derivados naturais da cumarina com interesse fitoquímico e de controlo biológico.

As gerberas são muito populares e muito utilizadas como plantas decorativas de exterior e para a produção de flores de corte. Os cultivares mais frequentes são os resultantes da hibridização entre a Gerbera jamesonii e a Gerbera viridifolia, outra espécie sul-africana. O híbrido é conhecido por Gerbera hybrida e dele existem alguns milhares de cultivares com grande variabilidade nas características florais, com diferentes tamanhos e formas da flor e com cores que vão do branco ao amarelo, laranja, vermelho, rosa e púrpura. Existem cultivares que produzem flores com o centro negro e com pétalas variegadas.

E aqui, as gérberas, sempre minha flor favorita, que o Lorinho me deu na terça…

Dodói, Neném…

Não sei porque insisto em ir ao médico após cinco temporadas de House e alumas reidências em ER…. meu zóio inchado não era terçol, mas – como eu temia – herpes ocular….

Há oito anos, um dia fui ao médico achando que tinha ‘cobreiro’ nos olhos e quando cheguei lá fui internada as pressas… segundo os médicos, eu poderia ficar cega a até morrer… sete dias em isolamento, meu primeiro aniversário do meu primeiro namoro sem comemoração, milhare de mls na aciclovir na veia…. experiência que me deu a certeza hoje: lá vamos nós outra vez ouvir aquela bobagem de ‘aonde você colocou o olho pra ter herpes nele????!!!!!’
No cu da sua mãe, inclusive.

Dessa vez o médico do São Luiz disse que não necessitava de internação… idade, imunidade ou preguiça dele, sei lá…. mandou passar aciclovir oftalmico, mas não achei em nenhuma farmácia…. estou tomando o comprimido, mesmo….

Antes que me perguntem…

Quando não tratada corretamente, a doença pode causar até a perda do olho – Durante o verão é muito comum o surgimento do herpes bucal, já que ficamos mais expostos ao sol, o que pode diminuir a imunidade. Entretanto, muitos não sabem que o vírus do herpes também pode se manifestar nos olhos e trazer conseqüências graves para a visão se não for tratado.
“Quando a ceratite herpética, ou herpes ocular, não é tratado, pode ocorrer diminuição da capacidade visual, opacificação da córnea, deixando o olho branco, e até mesmo, perda do globo ocular”, alerta o oftalmologista Marco Canto, diretor da Clínica Canto. Embora não seja muito conhecida e divulgada, até 5% das conjuntivites são, na verdade, causadas por vírus, entre eles a ceratite herpética. A transmissão desses vírus pode acontecer através do contato direto ou indireto com uma pessoa que está com alguma infecção aparente causada por eles. “O vírus também pode ser transmitido sexualmente, como no caso do herpes genital”, explica o oftalmologista.
Depois da contaminação, o vírus permanece sempre latente nos gânglios sensoriais da pessoa. “Fatores como infecções, febres, exposição solar demasiada, traumas, enfim, baixa imunidade, pode reativar o vírus, que migra através dos nervos para os tecidos, como lábios e córnea, caracterizando a infecção recorrente”, explica o oftalmologista. Os principais sintomas são: dor inicial seguida de desconforto, olho vermelho, perda da sensibilidade corneana e percepção visual além de muita sensibilidade à luz.

Tratamento e prevenção
A doença não tem cura, mas com tratamento adequado, as lesões causadas pelo vírus podem ser diminuídas. O tratamento inicia com antivirais tópicos e cuidados nos locais dos olhos e da pele acometidos pelas infecções. Caso haja agravamento da doença é necessário o uso de antivirais por via oral. “É fundamental o pronto reconhecimento e tratamento adequado para diminuir as lesões causadas. Quanto mais cedo o tratamento for instituído, melhores serão os resultados, entretanto, sempre há o risco da perda do globo ocular”, afirma o especialista.
Para quem já possui o vírus do herpes, não é possível prevenir a doença, mas, como lembra Marco Canto, os cuidados com a saúde, alimentação, exercícios físicos e bons hábitos de vida sempre diminuem a probabilidade da ocorrência. E caso ocorram o surgimento de quaisquer sintomas, é fundamental procurar um oftalmologista.

Amanhã tenho que estar boa para receber a gerência da Anvisa na Associação….

Diário de Bordo

Firme e forte na saga dos 10 quilos. Ainda não me pesei…. mas, a impressão que tenho é que as seis cápsulas diárias estão todas enfileiradas no meu esôfago. Essa semana me peso novamente… Os efeitos colaterais estão variando.
Quando estou de ‘pior humor’, as pernas não doem. Quando as pernas doem, não tenho taquicardia. Quando tenho taquicardia, o Lorinho briga comigo.
Mas tô ficando gostosinha!!!! rsrsrsrsrsrs

Diário de Bordo

Então… o remédio fica pronto hoje, e eu ainda estou pensando se vou começar a tomá-lo amanhã ou segunda… A Sibutramina ‘faz pegar nojo de comida’… e acho que vou me despedir da comida de domingo da minha vó… Mas algumas restrições alimentares eu já estou fazendo…
Ontem e hoje almocei sopinha Vono (ecat). Ontem a noite saímos pra ver uma amiga tocar e pedi salada com suco, olha só!!!! Meu problema é esse: almoçar leve é fácil.. mas hoje, por exemplo… vou pedir salada de novo no happy com os amigos?

Bolinhas

Acabei de chegar do consultório do xarope do Dr Radamés. A boa notícia é que de sexta-feira pra cá emagreci um quilo, e só correndo e fechando a boca.

Bom, o colesterol alto ele falou que se resolve com o regime que me passou. Pediu exames de tireóide, porque meu exame deu um pouco de alteração…. Me deu uma fórmula que quando chegar da farmácia de manipulação eu posto, pois eu, nem com meus anos de experiência na área da saúde, consegui traduzir todas as letrinhas mudas… mas deve ser algo com sene, passiflora e claro: sibutramina e paroxetina. A sibutramina que ele me deu é de 6mg. Baixa dosagem… não sei se é porque é o começo do tratamento ou se realmente eu não precisava da dose cavalar de 15mg. Vamos ver.

O que mais me chamou a atenção foi o regime… É pouca coisa além do alface e gelo que eu imaginava… se liga na doidera: Ao acordar, em jejum, tenho que caminhar 10 minutos. Disse que é para acelerar o metabolismo. Como não me custa nada fazer…. vamos lá. Depois, café da manhã com frutas a vontade, café com leite, torrada e queijo.
No almoço, verdura e legume a vontade. Sopa a vontade. E ovo, se eu quiser. No jantar, a mesma coisa, porém posso comer carne: ‘uma coxa de frango pra dois dias, segundo ele’. De ceia, chá, torrada e gelatina.

Ou seja, nada de mirabolante. Apenas me restringiu carboidratos pelo que percebi. A dica foi: ‘se nao almolçar, não janta. Se almoçar muito, janta muito’.

Eu sei, ele é xarope. Mas eu vou tentar!

Nada (sic) está proibido, mas sei como age a sibutramina e com certeza não vai haver vontade de comer muito. Sem contar que cada vez que for sair do regime vou me lembrar do cheque de R$ 200 que deixei na Farmais aqui perto de casa.

De resto, hoje e amanhã me despeço do Mac Donalds e da Coca Cola, pois quinta-feira chega o remédio.

Bóra lá! Yes, we can!