Lindinha…

Alguém tinha dúvidas que a filha de Brad e Jolie seria linda?
Aqui.

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Quando você precisa, vem no meu terreiro. Quando não precisa mais, aí eu sou o macumbeiro

É fato comum chegarem aos terreiros pessoas extremamente deprimidas, adoentadas ou desesperadas pelo fato de não encontrarem em nenhum outro lugar o remédio para seus males. Já passaram por consultórios médicos, igrejas, milagreiros de todas as espécies. Em todos os lugares, foram deixando sua história registrada, acrescida de decepção e gastos financeiros além da conta.

Com a promessa e a busca de “milagres”, pagaram dízimos ou oferendas, tentando terceirizar a solução de seus problemas ou de sua suposta “má sorte”. E enquanto seu saldo bancário e sua fé diminuem, sua decepção e dor aumentam.

O local que não cobra pela caridade geralmente leva a fama de ser “muito fraco”, pois infelizmente as pessoas ainda têm a falsa concepção de que “se não cobrar e bem cobrado, a coisa não funciona”. Além disso, há os que necessitam vivenciar o “fenômeno” para que sua fé tenha fundamento.

“Imagina… guia que fica só aconselhando, mandando rezar e mudar a maneira de pensar…”.

Como bem fala o ditado popular: “só quando a água bate onde não deve é que se aprende a nadar”. Assim, só como último recurso, no desespero total, é que eles batem à porta da Umbanda. Mesmo descrentes, buscam o milagre, chorosos e vitimados pela vida. Ajoelham-se na frente do preto velho ou do caboclo e derramam lágrimas, dedilham rosários de reclamações, tentando convencê-los de que a culpa da desgraça é de todo mundo, menos deles próprios. Acolhidos com todo amor pelos guias de luz, não recebem promessa de milagre, apenas a exigência de uma gradual reforma íntima, aliada a mandingas que os limpam do lixo energético que conseguiram agregar ao longo do tempo.

Saem dali bem melhores do que entraram, quase sempre voltam e aos poucos compreendem que o milagre estava dentro deles próprios.

Não faltarão nessa lista os que, após a melhora, voltam a freqüentar os bancos da igreja aos domingos, exibindo saúde e roupas novas. Quando não, transformam-se em carregadores de bíblia, passando a combater ferrenhamente aqueles por quem foram ajudados. Jamais vão admitir que um dia entraram num terreiro de Umbanda – coisa do capeta….

Ando vivencindo esse tipo de fenômeno… triste, mas faz parte da evolução.

Floripa

Nem deu tempo de postar nada da viagem de Floripa. Essa semana, descobri após uma longa jornada em frente ao Google Maps com o Lorinho, que só fui as lugares feios da ilha. Por isso detestei tanto. Cá pra nós, acho que detestei porque ele não estava lá…

Enfim…

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Pré Preparativos

Eu sou pão dura. De tanto que já devi (e ainda devo – não pago, nego enquanto puder), aprendi que a gente tem que pensar ‘trocentas’ vezes antes de comprar algo. Com meu casamento não vai ser diferente. Eu não vou gastar R$ 30 mil numa festa só pras pessoas não saírem falando mal – o que aliás, uns e outros vão sair de qualquer jeito.

O que eu quero, na real, e que ME agrade. E agrade (um pouquinho, kkk) ao Roger. E só vai nos agradar de gastarmos direito, com aquilo que gostamos e podemos. Nada mais do que isso.
Pelo que ando percebendo, esse vai ser um momento no qual eu vou ter que decidir tudo. Nem vou explicar muito isso porque estou magoada, mas, sei que não tenho muito com quem contar pra bater perna comigo atrás de vestido e badulaques.
Beleza. O meu momento!

Mas, voltando ao assunto… eu não vou casar na igreja. Não sou católica, e seria hipócrita e inútil eu pagar igreja e decoração pra casar. A casa do ‘meu’ Deus, está aberta para meu casamento, inclusive para aqueles que não são umbandistas. E assim será feito. Terei que chamar poucas pessoas, pois não é muito grande… e mesmo assim, sei que alguma que eu chamar, não irão, por seus motivos. E eu os respeito.

Só gostaria que, ao mesmo tempo, eu fosse respeitada pelas minhas escolhas. Espero mesmo, do fundo do coração.

Mas.. como não vamos poder beber e tirar a roupa no terreiro, claro que vai ter o casamento no buffet (a definir…). E aí que vai ter que entrar bom senso.. porque com tantas coisas fofinhas espalhadas pro aí, dá vontade de casar várias vezes…

A bola da vez são os convites e as lembrancinhas… ai G-sus!

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lembrancinha

Esses da http://www.paperchase.com.br

Esses da http://www.bemlembrado.com/