Senso de noção

Larissa Riquelme recebeu a pomba gira e foi vestida de ‘cunhada-solteira-que-quer-aparecer-mais-que-a-noiva’ no lançamento da Playboy de Cleo Pires….

Bom gosto, a gente vê por aqui….

Nem tem o que falar….

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Campeonato mundial de bafo

(…) Os cinco assaltantes que roubaram 135 mil figurinhas do álbum da Copa do Mundo 2010 na noite de quarta-feira (21), em Santo André, no ABC, usaram um carro roubado para fugir com a carga avaliada em R$101 mil. Os homens estavam armados e renderam um segurança de 61 anos da Treelog, empresa que distribui os cromos, para entrar no local, no bairro de Casa Branca.

Tipo… pra quê? Pra vender mais caro fora do pacotinho?

Dalva e Herivelto

As orelhas de Fábio Assunção e Maria Fernanda Cândido devem arder a cada capítulo que assisto da série da Globo… Não consigo entender como um homem pode ser tão filho da puta e como uma mulher consegue se envolver com um homem casado, sabendo que está destruindo uma família….

E também fico pensando quantas de nós já não fomos ‘Dalvas’ uma vez (ou várias vezes), fingindo não saber, aceitando o inaceitável, sendo taxada de vagabunda por dar o troco na mesma moeda (mulher não trai, se vinga…)… Quantas de nós já não se desmancharam por um beijo, quantas de nós já não tentaram de tudo, até o final, fazendo coisas que até Deus duvidaria em nome de uma paixão… Quantas de nós já não buscamos ajuda com os amigos dele, quantas de nós já não tentamos ameaçar ‘a outra’…. Quantas de nós já não tivemos aquela amiga que fez de tudo para ajudar? E quantas de nós não tivemos aquela outra amiga que nos chamava de burra por fingirmos não ver aquilo que sentíamos?

Quantos de nossos Heriveltos não começaram uma verdadeira guerra contra nós, dizendo e publicando coisas terríveis, insinuando coisas para deixá-las arrasadas?

Quantas de nós, Dalvas, não nos entregamos uma última vez, murmurando: “Vai ser tudo como era antes… Diga que vai, meu amor…”?

Algumas morrem de amor.. outras revivem para o amor… só que, de uma forma, ou de outra, quantas de nós não fomos Dalvas uma vez na vida?

2012

O mundo tá acabando!

*Raposo Tavares está péssima. Carro e moto bateram no km 12
*Acidente bloqueia duas faixas da 23 de maio, sentido aeroporto, na altura da Beneficência Portuguesa. Carro e moto bateram.
*Três carretas bateram na Rodovia dos Bandeirantes, km 23.
*Avenida dos Bandeirantes está completamente bloqueada, na altura do Santo Amaro, nos dois sentidos. Motivo: acidente. Risco de explosão
*Acidente entre carro, caminhão e moto na Marginal do Tietê, sentido Ayrton, altura da Ponte do Tatuapé, pista expressa, faixa central.

Pára mundo que eu quero descer!

Pare e desligue – Revista Isto É

Daisypath Vacation tickers

Este é o século do trabalho. A era que substituiu a identidade do indivíduo por sua ocupação profissional dignificou o homem pela produtividade e atrelou o emprego à cidadania. A profissão como o centro da vida e o culto à alta performance carregam um custo alto para a sociedade – o stress. O desgaste generalizado lançou um olhar para a importância do descanso. A necessidade de parar se tornou um debate mundial e interdisciplinar, com respaldo em pesquisas médicas, econômicas e jurídicas. No mês passado, foi aprovado, em caráter definitivo pela Comissão de Constituição e Justiça, um projeto de lei que pretende tornar obrigatória a transferência dos feriados que caem durante a semana para a segunda-feira. “A concessão do benefício dependia da boa vontade do empregador”, explica o advogado Antônio Carlos Aguiar. Se não houver alterações no Senado, a lei segue para sanção presidencial.

Outras propostas têm o mesmo objetivo. Uma emenda constitucional tramita na Câmara dos Deputados para reduzir a jornada de trabalho para 40 horas semanais e aumentar para 75% a remuneração das horas extras. Nos Estados Unidos, o Estado de Utah adotou há um ano o “Four-Day Workweek”, que fixa o expediente de segunda-feira a quinta-feira – as sextas-feiras são livres. A medida reduziu as emissões de energia em 13% e gerou uma economia de R$ 6 milhões no gasto de gasolina. Cidades como El Paso, no Texas, e Melbourne Beach, na Flórida, se preparam para adotar a medida. A iniciativa governamental também inspirou empresas como a General Motors, que instituiu em setembro o expediente de dez horas durante quatro dias e um dia livre por semana. Já a Avon implementou o “short-friday” – após o almoço das sextas-feiras, os funcionários estão liberados.

Algumas empresas são ainda mais ousadas. “A cada sete anos, fecho o escritório durante 12 meses para buscar inspirações”, afirma o designer Stefen Sagmeister, que defende os anos sabáticos para o prolongamento da vida útil do funcionário. Para ele, é a oportunidade de o profissional descansar, se aperfeiçoar e rever conceitos, o que reverteria em benefícios para o trabalho e para a sociedade. Segundo os cálculos de Sagmeister, as pessoas passam os primeiros 25 anos das suas vidas aprendendo, dos 25 aos 65 anos trabalhando e, acima dos 65 anos, aposentadas. “A ideia é retardar a aposentadoria em cinco anos e distribuir esse tempo em períodos sabáticos durante os anos de atividade profissional”, diz. Na vanguarda do conceito de trabalho com qualidade de vida, o Google concede aos seus engenheiros de software 20% do tempo para o desenvolvimento de projetos pessoais. Na Europa, a ideia também não é nova (leia quadro).
Se a concessão das folgas é boa para o funcionário, pode ser ainda melhor para as empresas. Diversas pesquisas relacionam a falta do descanso e o mal -estar físico e psíquico à queda de produtividade. Levantamento da Universidade de Cornell (EUA) revela que a presença excessiva do indivíduo no ambiente de trabalho aumenta problemas de saúde, como hipertensão e artrite, e diminui o desempenho. O fenômeno já é conhecido como “presenteísmo”, que gera perdas de, no mínimo, 60% na produção – excede até mesmo os prejuízos com as faltas por doença. A publicitária Ana Maria Nubié, 42 anos, é um exemplo de profissional do futuro. “A gente não precisa ficar dentro do escritório para produzir”, afirma a executiva, que encontra inspirações para o seu trabalho no cinema, em viagens ou no encontro com amigos.

Pesquisa da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, analisou os benefícios dos feriados nos ingleses. “Os dias livres permitiram que eles tivessem mais tempo para pensar e se libertar da rotina e do stress”, afirma o pesquisador Scott McCabe, autor do estudo. “O descanso é a principal função do lazer para enfrentar o desgaste das jornadas de trabalho”, afirma Tizuko Kishimoto, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. “O trabalho requer uma parada para melhorar a produtividade intelectual”, diz.

Mas a concessão do feriado garante o descanso? Não são raros aqueles que levam trabalho para casa, se envolvem em mil tarefas e, confinados em filas de supermercado ou no engarrafamento nas estradas, se estressam mais do que no escritório. “Eu não conseguia relaxar”, reconhece o administrador de empresas Carlos Fernando Damberg, 65 anos. Os seus primeiros 30 anos de profissão foram típicos de um workaholic, até o momento em que o corpo pifou. “Tive uma amnésia parcial pelo trabalho excessivo”, diz. “Fazia a mesma pergunta várias vezes, pois esquecia a resposta.” Damberg perdeu a memória recente e a sobrecarga o impediu de concluir tarefas. “Minha produtividade despencou.” A falta de reposição de energia obrigou ao administrador a recorrer à medicação e a se afastar do trabalho por um mês. A recomendação médica foi sumária: descansar. “Mudei a forma com que me relacionava com o trabalho”, diz. “Reservei alguns minutos por dia para comer uma maçã e não pensar em nada.” O administrador decidiu mudar de profissão. Tornou-se consultor de recursos humanos. Este mês, ele publica o livro “Uma Só Flecha” (Editora Hagnus), no qual aborda, entre outros temas, a importância de relaxar. “Quero ajudar as pessoas a aliar o trabalho à qualidade de vida”, diz Damberg, que trocou o fim de semana de viagens por um sítio com esquilos.

“O descanso garante mais energia na volta ao trabalho”, afirma o empresário Pierre Schurmann, 41 anos, que carrega o nome de uma família que se tornou ícone da importância da vida fora dos escritórios. Pierre, que hoje mora na Bahia, passa oito dias por mês em São Paulo, num ritmo de trabalho alucinante. Nos outros 22 dias, fica em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador, onde lê, relaxa e se organiza – mas com o celular desligado. “É importante esse tempo para afiar o machado que corta a lenha”, diz ele. A pesquisa “Trabalho, Estresse e Saúde”, da Universidade de Tel-Aviv, reforça a tese: descanso significa deixar o trabalho no trabalho. “Usar o celular para assuntos profissionais e checar e-mails da empresa à beira da piscina não é descanso”, afirma o psicólogo Dov Éden, autor da pesquisa. O segredo, portanto, é desligar. Com prazer e sem culpa.

O que EU acho sobre a piriguete da Uniban

Todo mundo sabe que mulher que anda de micro saia na faculdade e em locais que não são uma balada, é taxada de piriguete pelos mais legais e puta pelos menos legais. É assim desde que o mundo é mundo e se alguém acha que vai conseguir mudar isso, sorry, baby. E, desssa forma, uma mulher bonita (há controvérsias, mas…) e gostosuda que sobe uma rampa mostrando o útero sabe que vai provocar, não sabe?

Eu uso roupa curta. Uso decote. Uso e gosto. Mas quando pode, quando devo… meu terreiro canta ‘quem não pode com a mandinga não carrega patuá’, e é mais ou menos isso que penso em relação a piriguete (viu, eu sou das legais) da Uniban: só o que uma mulher vestida numa micro saia e um salto 15 cm quer é chamar a atenção dos caras que estão no cio e deixar as meninas morrendo de ódio e inveja. Consegiu. E ainda sai reclamando? Se não guenta o rótulo, não se vista como tal. Não, não sou a favor da violência. Mas, até onde sei, ninguém encostou a mão na moça… eles apenas queriam fotos daquilo que ela tanto queria mostrar…

E quer saber? Ela devia ser folgada e ter mais ‘coisas na ficha’ pra causar esse tipo de ‘tormenta’, afinal, há tantas outras piriguetes espalhadas por aí que não conseguem causar esse furor.

Ela pediu para ser desejada, para ser olhada, tocada, invejada quando esfregou a b* na cara de todo mundo.

Ouvi que recriminar a moça é papo de mulher invejosa, o que respondo com um, “i’m sorry, eu também sou”, mas não vejo necessidade de chamar atenção em todo e qualquer lugar mostrando meu busto 90 ou minhas pernas bem torneadas. E quando estou com o botão de piriguete em ‘mode on’ não tenho o direito de reclamar se assim for vista.

O fato é: uma mulher que não quer ser taxada de puta, não quer ser tratada como material erótico, carne em açougue e não quer ser ‘usada’, que não se preste a esse papel. Respeito às mulheres de respeito. Pronto-falei.

PS – E baixar o vestido pra sair na foto pra TV não vale, dona Piriguete…. basta uma espiadela nas fotos do corredor pra saber que o elastico do seu vestido estava quase estragulando a pobre da perereca….

A mulher que se preocupa em evidenciar a sua beleza anuncia ela própria que não tem outro maior mérito. (Julie Lespinasse)